sábado, 12 de dezembro de 2009

Festa de final de ano!!!



Estão todos convidados esta festa irá reunir todas as minhas alunas de são paulo,estou muito feliz pela realização deste evento.
Vamos nos despedir de 2009 com muita dança e energia positiva.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vamos fazer nossa parte!



Grupo el Fareda estará lá, estão todos convidados.Fazer uma boa ação não é dificil!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Conceito de Ritmo



Toda música é composta por três elementos, necessariamente: melodia (a forma como os sons se desenrolam no tempo), a harmonia (a forma como os sons soam simultaneamente) e o ritmo.
É o ritmo que determina a duração de cada som na música, e também a duração dos silêncios. A mesma seqüência de três notas iguais pode se transformar em músicas totalmente diferentes somente variando-se o ritmo
Ritmo pode significar muitas coisas, como por exemplo, o gênero a que pertence determinada música, mas, na teoria musical propriamente dita, ritmo é a "velocidade" da música, a distância de tempo que existe entre os sons e silêncios que se alternam!
Se você não entendeu leia isto: "Em geral, o ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenómeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado à música, à dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencenta à linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo, mas é frequentemente encarado como o domínio principal dos bateristas e percussionistas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Amigas do Ventre!!!


Convido a todos para prestigiarem o grupo el fareda que estará no Amigas do ventre nesta quinta dia 29. Vamos lá minhas meninas arrasem!!!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Cérebro




http://www.exposicaocerebro.com.br/

Programa do feriadão, indico esta exposição, é muito interessante e divertida uma maneira de ensinar as crianças e adultos sem ficar cansativo, adoreiii.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Espetáculo


Gente não percam minhas aluninhas se apresentando...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

SIGNIFICADO DE DIWALI By Andressa Leitão


SIGNIFICADO DE DIWALI


O Diwali mais conhecido como “Festival das luzes” é uma festa religiosa hindu celebrada uma vez por ano. Durante o Diwali as pessoas costumam ascender lamparinas, tomam banho aromáticos, fazem desenhos multicoloridas no chão feitos com farinha de arroz, limpam e decoram a casa, usam roupas novas, soltam fogos de artifícios, preparam doces e veneram vacas como sendo a encarnação da deusa Lakshmi (deusa da abundância e da prosperidade) para comemorar a vitória do bem contra o mal, da luz contra a escuridão. Isso se dá devido a vitória de Lord Krishna sobre o poderoso “demônio” Narakasura que se tornou uma ameaça para os deuses no céu e se apoderou dos esplêndidos brincos de Aditi (a Deusa Mãe) e aprisionou as dezesseis mil filhas dos deuses em seu harém. Em desespero os deuses liderados por Indra solicitaram a Lord Krishna para destruir o demônio pois ele estava espalhando destruição. Krishna concordou prontamente e travou uma luta feroz e saiu vitorioso. Isso aconteceu depois que ele aceitou as dezesseis mil donzelas como suas esposas como solicitado por elas mesmas.

Em outras palavras o malvado Narakasura é representado pelo nosso ego dominado pelos nossos desejos que acabam por si trazendo transtornos e sofrimentos pois o homem de hoje (em sua grande maioria) não se lembra de buscar a Luz Superior, o divino, pensando só em si e não se importando com nada nem ninguém para conseguirem aquilo que almejam. O significado de Diwali é guiar o homem da escuridão (ignorância causada pelo ego) para a luz (divina sabedoria) e a comemoração dura cinco dias.

O primeiro dia de Diwali: Dhanteras

O primeiro dia de Diwali também é chamado Dhanvantari Trayodasi ou Dhanteras. É na realidade o décimo terceiro dia lunar de Krishna Paksh, a quinzena escura do mês de Kartik do calendário lunar indiano. Neste dia, Deus Dhanwantari (Deus da vida e medicina) saiu do oceano com o Ayurveda (o conhecimento da vida) para o ser-humano. Este dia marca o começo das celebrações do Diwali.
Neste dia ao pôr-do-sol, os hindus após tomarem banho devem oferecer um deeya (lamparina) iluminado com Prasad (oferenda - doces) para Yama Raj, o Deus da Morte e rezar para evitar a morte intempestiva. Este oferecimento deveria ser feito perto de uma árvore de Tulsi, o Manjericão Santo ou qualquer outra árvore sagrada que normalmente os indinanos tem no jardim ou perto.

O segundo dia de Diwali: Choti (pequeno) Diwali

O segundo dia de Diwali é chamado Narak Chaturdasi. Neste dia Deus Krishna destruiu o demônio Narakasur e fez o mundo livrar-se do medo. Neste dia a pessoa deve massagear o corpo com óleo para aliviar fadiga e tensões, tomar banho e descansar de forma que Diwali pode ser celebarada com muito vigor, entusiasmo e devoção.

O terceiro dia de Diwali: Lakshmi Puja (veneração da deusa da riquezas e fortuna)

O terceiro dia de Diwali: Lakshmi Puja (veneração da deusa da riquezas e fortuna)
Este é o dia mais importante, quando a Deusa Lakshmi é adorada. Os hindus se banham, vestem as melhores roupas e se unem com os familiares. O Pandit (sacerdote) conduz e orienta a adoração da Deusa divina Lakshmi para receber as bençãos de riqueza e prosperidade, o triunfo do bem contra o mal e da luz sobre a escuridão.

O quarto dia de Diwali: Padwa e Govardhan Puja

No quarto dia é executado Govardhan Puja (adoração da montanha Govardhan). Milhares de anos atrás, Deus Krishna pediu às pessoas do vilarejo de Vraja ( hoje Vrindavan) fazerem a veneração da montanha Govardhan em respeito ao reino mineral. A montanha oferecia muitas plantas medicinais, árvores, proteção contra ventos, alimento para os animais, etc. Existe uma outra lenda que diz; Certa vez devido a fúria de Indra (deus da chuva) ocorreu um dilúvio. Deus Krishna aconselhou as pessoas da cidade a se protegerem embaixo da montanha Goverdhan erguida por apenas um dedo do Deus Krishna salvando a vida de todos do vilarejo. A partir deste momento, todos hindus rezam neste dia do ano para a montanha Govardhan.

O quinto dia de Diwali: Bhai Duj (dia dos irmãos)

O quinto dia do Diwali é chamado Bhai Duj. Normalmente dois dias depois do Diwali é um dia dedicado a irmãs. Muito tempo atrás, na era Védica, O Yama (Yamraj, o Deus de morte) visitou sua irmã Yamuna. Neste dia ofereceu a ela um Vardan (um benefício) no qual consistia em que aquele que a visitar a irmã neste dia será liberado de todos os pecados alcançando o Moksha ou emancipação final. Desde então, irmãos visitam as irmãs e preocupam-se com o bem-estar delas, trazem presentes etc em contrapartida as irmãs rezam almejando sucesso e segurança para o irmão.

Este dia marca o fim dos cinco dias de celebrações do Diwali.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Diwalli by Carlinha



Mais uma pesquisa sobre o diwali da minha aluninha Carlinha gente essa menina é uma fofaaaa...



Diwali, o festival das luzes
O Diwali é a maior celebração da Índia, e marca a passagem do ano lunar.

Nessa noite, Laksmi, a deusa da prosperidade, visita as casas, por isso todas devem estar muito limpas e iluminadas, e as pessoas devem vestir suas melhores roupas e enfeitar-se com as joias mais bonitas para recebe-la.

Foi nessa data que o heroi Rama conseguiu resgatar sua amada Sita, que havia sido sequestrada por um demônio. Ele a leva de volta para casa numa noite escura, de lua nova, e é por isso que todos os indianos acendem suas lamparinas e soltam fogos, de modo a iluminar o caminho para Rama e Sita.

O Diwali é a celebração de um tempo de fartura e de renovação. Um dia antes da festa começar, os comerciantes costumam fechar o livro-caixa com um ritual a Laksmi. Nessa ocasião, é trazido diante da deusa o dinheiro lucrado durante o ano, para que ela o multiplique. Ao final do Diwali, nova cerimônia marca a abertura do novo livro-caixa.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O que é o Diwali?


Fabiana Paiva – Dança do Ventre (Profª Dana)


O que é o Diwali?

Diwali é um festival hindu, marca o início de um novo ano, significa “festa das luzes”, é celebrado uma vez ao ano e tem duração de cinco dias. A origem do Diwali é remota. De acordo com historiadores, a festa nasceu na Índia antiga, na época das colheitas. Mas, há quem diga que o Diwali é um festival para homenagear a deusa Lakshmi. Muitos acreditam que a deusa Lakshmi traz prosperidade ao mundo. Entretanto, a origem do Diwali pode variar de acordo com a região e suas lendas. O festival é celebrado pelos indianos que vivem fora do país e em outras religiões como o Budismo, por exemplo. O conceito deste festival é a iluminação da alma e da mente e consiste também em eliminar todo mal e ignorância da vida de cada um.

As casas são rigorosamente limpas e decoradas durante o dia. À noite elas são iluminadas com lamparinas de óleo, incensos e há troca de presentes e doces entre amigos e familiares. Esta confraternização traz a união e amizade entre as pessoas. Elas se abraçam e toda a inimizade é esquecida.

Na festa das luzes a Índia é toda iluminada com fogos de artifício e muita festa. Os hindus que vivem no norte da Índia rezam pedindo sucesso e prosperidade para o novo ano que está chegando. Desejam, também, que as luzes possam iluminar o entendimento de cada um e que todos alcancem a evolução espiritual e material. As luzes e as lamparinas representam a vitória do bem sobre o mal dentro do indivíduo.

Nessas noites as esposas hindus devem dançar para seus maridos e as pessoas devem usar roupas novas. Os cinco dias de festa comemoram o seguinte:

• 1º dia: São feitas orações à deusa Lakshmi a fim de trazer prosperidade para o novo ano.
• 2º dia: São realizadas as reverências às divindades.
• 3º dia: É o dia principal. A dona da casa desenha o rangoli (desenho que é posto na frente da casa), acendem-se velas por todos os cômodos, é feito o “Puja” à deusa Lakshmi e há explosão dos fogos de artifício.
• 4º dia: É o dia de Gudi Padwa que simboliza o amor entre a esposa e o marido. Neste dia ocorre uma refeição especial e a troca de presentes.
• 5º dia: É o “dia do irmão”. As “irmãs” fazem um “Puja” desejando a saúde e a segurança deste. O “irmão” faz uma marca na testa delas como símbolo de saúde e felicidade. Há fogos de artifício que é um aviso aos deuses de que o povo está feliz, entretanto, há quem acredite que a fumaça tem a função de matar os insetos que infestam a Índia após as monções.

São cinco dias de pura festividade nos quais o perdão é concedido entre as pessoas. Deve haver um clima de harmonia e amizade. É a chance para que todos se misturem, esqueçam dos preconceitos e alcancem a sabedoria e a evolução espiritual

terça-feira, 11 de agosto de 2009


Olá pessoinhas durante as minhas aulas passei como lição de casa que procurassem sobre um assunto: Diwali. Vou postar todos os trabalhos para que conheçam e também uma forma de incentivar minhas pequenas cada vez mais.


Silvana Souza de Sá
lDeepavali - o festival das luzes
Deepavali ou Diwali é um dos mais celebrados festivais da Índia. A palavra Deepavali se origina de duas palavras sânscritas: deepa que significa “luz” e Avali que significa “fileira”. Assim, Deepavali é chamado de “o festival das luzes”.

Para se celebrar o Deepavali, os hindus acendem lamparinas, tomam banhos aromáticos, fazem desenhos multicoloridos no chão feitos com farinha de arroz, limpam e decoram as casas, vestem roupas novas, preparam doces em casa, estouram fogos de artifício, e veneram as vacas como sendo encarnações da deusa Lakshmi (deusa da abundância e prosperidade) e Lakshimi Puja (oferenda a Lakshmi).
Existem duas principais estórias relacionadas à mitologia que explicam a importância do Deepavali.
Na primeira estória, o Deepavali significa o retorno de Lord Rama do seu exílio na floresta a seu reino Ayodhya após sua conquista vitoriosa sobre o cruel rei Ravana. Por um longo período Ayodhya foi mergulhada na escuridão quando Rama estava em seu exílio na floresta. Em sua ausência, a radiante Ayodhya foi uma cidade de escuridão, mas as florestas estavam cheias de luz. O retorno de Rama foi saudado pelo povo de Ayodhya como o retorno do esplendor divino e por isso os hindus celebram o evento com lamparinas espalhadas por todo lugar. Esta estória tem importância maior no norte da Índia.
No sul da Índia, Deepavali representa a vitória de Lord Krishna sobre o poderoso asura (demônio) Narakasura. Narakasura se tornou uma ameaça para os deuses no céu e se apoderou dos esplêndidos brincos de Aditi (a Deusa Mãe) e aprisionou as dezesseis mil filhas dos deuses em seu harém. Em desespero os deuses liderados por Indra solicitaram a Lord Krishna para destruir o demônio pois ele estava espalhando destruição. Krishna concordou prontamente e travou uma luta feroz e saiu vitorioso. Isso aconteceu depois que ele aceitou as dezesseis mil donzelas como suas esposas como solicitado por elas mesmas.
O significado por traz dessas estórias mitológicas é que o vilão da estória representa o ego dominado pelos desejos. Em nossas vidas, é o nosso ego e nossos desejos que nos causam transtornos e sofrimentos. Na estória de Lord Krishna, as dezesseis mil donzelas representam nossos inumeráveis desejos. Quando eles são controlados pelo nosso ego eles causam destruição e nos privam de nossa verdadeira felicidade. Mas quando são controlados e sublimados são substituídos pela luz da sabedoria, nos tornando conscientes de que somos divinos e livres do que o mundo dos sentidos tem a nos oferecer.
A chama da lamparina tem duas qualidades. Uma é banir a escuridão, a outra é seu contínuo movimento ascendente. Por essa razão, os sábios veneram a lamparina da sabedoria como a chama que guia os homens para estados superiores. Juntamente com o ato de acender lamparinas externas, o homem deve esforçar-se para acender as lamparinas dentro de si mesmo.
Deepavali é um festival designado a celebrar a supressão do Ego pelo Eu Superior. O homem é mergulhado na escuridão da ignorância e perde seu poder de discriminação entre o permanente e o transitório. Quando a escuridão da ignorância causada por Ahamkara (ego) é dispersada pela luz da Divina sabedoria, o esplendor do Divino é experenciado.
O significado íntimo de Deepavali é guiar o homem da escuridão para a luz. O ser humano é perpetuamente mergulhado na escuridão. Deve então acender uma lamparina que está sempre brilhando dentro de si e levá-la consigo aonde quer que vá, iluminando sempre seu caminho.
"asato ma sadgamaya
tamaso ma jyotirgamaya
mrtyorma amrtam gamaya"
(Brhadaranyaka Upanishad — I.iii.28)
Tradução: Guie-me de “Asat” para “Sat”
Guie-me da escuridão para a luz
Guie-me da morte para a imortalidade”
Sat = existência, realidade, verdade
asat = não-existência, não realidade, não verdade

Lakshmi – deusa da riqueza e da prosperidade é adorada. As casas são limpas e decoradas com as lamparinas. Acredita-se que Lakshmi entre somente nas casas que estiverem arrumadas e iluminadas.
Lakshimi é nobre e bela, é a mãe soberana, aquela que traz prosperidade, que carrega consigo saúde, amizade e harmonia.

Lêem-se no primeiro dia os sutras em favor da deusa Lakshmi.
Poojas (oferendas) são feitas e as canções de devoção são entoadas em louvor à deusa.
Mandalas narrando a chegada da deusa são feitos em oferenda, com farinha de arroz e pó de vermilion, nos assoalhos das casas. As lamparinas são cheias com óleo e iluminam as casas durante toda a noite. As luzes resplandecendo são um espetáculo admirável.
No dia seguinte, a celebração rememora a lenda na qual é morto o demônio e a luz vence. Tomam-se os tradicionais banhos com óleo e aplicam-se kunkuns – sinais – na testa de homens e mulheres.
Os livros são adorados em cerimônias especiais, e tudo o que é velho, roupas gastas, objetos quebrados etc, é trocado; limpam-se os armários e renovam-se todas as coisas. No dia de Diwali, ou terceiro dia, doces deliciosos são preparados e trocados entre amigos e parentes.
Deve ser atraída com bons pensamentos e com pureza de coração.
On namah Lakshmi! Jaya jaya Lakshmi!

Lenda principal - A História de Rama e Sita:
Deus Rama era um grande guerreiro, o Rei que foi exilado por Dashratha, seu próprio pai devido a insistência de sua esposa. Junto com o Rei de Ayodhya, foram ao exílio sua esposa Sita e seu irmão Lakshman. No exílio Deus Rama destruiu seu inimigo o demônio Ravana de Lanka que era uma grande Autoridade altamente inteligente e conhecedora da literatura sagrada, mas dominado pelo mal. Após esta vitória do Bem contra o Mal, Rama voltou ao seu reino Ayodhya depois de 14 anos no exílio. Em Ayodhya, as pessoas ofereceram boas-vindas iluminando filas de abajures e lamparinas de barro. Portanto, é uma ocasião em honra celebrando a vitória de Rama sobre Ravana; da vitória da verdade contra a falsidade.
A lenda da Deusa Lakshmi: Neste dia, a Mãe Lakshmi que representa a riqueza e prosperidade emergiu do oceano de leite chamado de Ksheer Sagar. Tem-se como verdade que durante a noite a Deusa visitará a casa e abençoará com a boa fortuna. Por isso na noite de Diwali a Deusa Lakshmi é venerada e para oferecer boas vindas a ela todas as ruas, entradas e as casas são ilumunadas com lamparinas de óleo. A fabricação e distribuição de vários doces e delicias vegetarianas é o menu do dia.
Mas a festa além de ter uma forte conotação material também tem um importante significado espiritual. As iluminações do Diwali com diyas (lamparinas) iluminam e trazem brilho sobrenatural carregado de alegria, com intuito e esperança de encontrar a luz na escuridão, alcançando conhecimento onde há ignorância, e espalhar amor entre o ódio. Diwali também é conhecido como o Festival das Luzes. Luz é importante para o Hinduísmo, porque significa consciência e bondade. Antigamente usavam-se as lamparinas de barro, mas hoje todos os tipos de emissores de luz são usados, como velas de várias cores e formas, luzes elétricas etc. As quantidades de luzes podem ser comparadas com iluminação do natal no mundo ocidental.

Diwali tem muitas lendas. A iluminação, luzes e diyas significam a expulsão da escuridão e ignorância, como também o despertar da luz dentro de nós mesmos. É uma festa da família com muita comida, celebração e veneração. A Deusa Lakshmi tem um papel primordial neste festival. O festival ocorre no outono. É celebrado durante cinco dias contínuos dentro os quais cada dia possui seu próprio significado. Diwali é um festival de alegria, esplendor, brilho e felicidade. É o festival das luzes, celebrado no mundo inteiro com grande entusiasmo por todos os indianos. A singularidade deste festival é sua harmonia de cinco idéias diferentes:

O primeiro dia de Diwali
Dhanteras O primeiro dia de Diwali também é chamado Dhanvantari Trayodasi ou Dhanteras. É na realidade o décimo terceiro dia lunar de Krishna Paksh, a quinzena escura do mês de Kartik do calendário lunar indiano. Neste dia, Deus Dhanwantari (Deus da vida e medicina) saiu do oceano com o Ayurveda (o conhecimento da vida) para o ser-humano. Este dia marca o começo das celebrações do Diwali. Neste dia ao pôr-do-sol, os hindus após tomarem banho devem oferecer um deeya (lamparina) iluminado com Prasad (oferenda - doces) para Yama Raj, o Deus da Morte e rezar para evitar a morte intempestiva. Este oferecimento deveria ser feito perto de uma árvore de Tulsi, o Manjericão Santo ou qualquer outra árvore sagrada que normalmente os indinanos tem no jardim ou perto.

O segundo dia de Diwali
Choti (pequeno) Diwali O segundo dia de Diwali é chamado Narak Chaturdasi. Neste dia Deus Krishna destruiu o demônio Narakasur e fez o mundo livrar-se do medo. Neste dia a pessoa deve massagear o corpo com óleo para aliviar fadiga e tensões, tomar banho e descansar de forma que Diwali pode ser celebarada com muito vigor, entusiasmo e devoção.

O terceiro dia de Diwali
Lakshmi Puja (veneração da deusa da riquezas e fortuna) Este é o dia mais importante, quando a Deusa Lakshmi é adorada. Os hindus se banham, vestem as melhores roupas e se unem com os familiares. O Pandit (sacerdote) conduz e orienta a adoração da Deusa divina Lakshmi para receber as bençãos de riqueza e prosperidade, o triunfo do bem contra o mal e da luz sobre a escuridão.

O quarto dia de Diwali
Padwa e Govardhan Puja Neste dia, é executado Govardhan Puja (adoração da montanha Govardhan). Milhares de anos atrás, Deus Krishna pediu às pessoas do vilarejo de Vraja ( hoje Vrindavan) fazerem a veneração da montanha Govardhan em respeito ao reino mineral. A montanha oferecia muitas plantas medicinais, árvores, proteção contra ventos, alimento para os animais, etc. Existe uma outra lenda que diz; Certa vez devido a fúria de Indra (deus da chuva) ocorreu um dilúvio. Deus Krishna aconselhou as pessoas da cidade a se protegerem embaixo da montanha Goverdhan erguida por apenas um dedo do Deus Krishna salvando a vida de todos do vilarejo. A partir deste momento, todos hindus rezam neste dia do ano para a montanha Govardhan.

O quinto dia de Diwali
Bhai Duj (dia dos irmãos) O quinto dia do Diwali é chamado Bhai Duj. Normalmente dois dias depois do Diwali é um dia dedicado a irmãs. Muito tempo atrás, na era Védica, O Yama (Yamraj, o Deus de morte) visitou sua irmã Yamuna. Neste dia ofereceu a ela um Vardan (um benefício) no qual consistia em que aquele que a visitar a irmã neste dia será liberado de todos os pecados alcançando o Moksha ou emancipação final. Desde então, irmãos visitam as irmãs e preocupam-se com o bem-estar delas, trazem presentes etc em contrapartida as irmãs rezam almejando sucesso e segurança para o irmão.
Este dia marca o fim dos cinco dias de celebrações do Diwali.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Dieta já!!!


http://dietaja.uol.com.br/edicoes/173/artigo142747-2.asp

Dança do ventre
Onde dançar: Competition
Duração da aula: 1h
Gasto calórico por aula: 400 calorias
Benefícios: reeduca a postura, auxilia a coordenação motora e tonifica os músculos. "Além disso, massageia os órgãos internos e "desbloqueia" a respiração. Tem ainda a vantagem de melhorar a autoestima", completa a professora Dana Elfareda.
Com que roupa eu vou: iniciantes: snuj (espécie de "castanhola") e véu - intermediários: snuj, véu, vela e pandeiro - avançados: snuj, véu, espada, punhal e candelabro.
Como se dança: as movimentações são marcadas pelas ondulações do quadril, tronco, braços e mãos.
Vale a dica: pessoas com problemas graves de coluna devem evitar sua prática.
O melhor hit: Mario Kirlis e Mohamad Azra.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Caracalla


Fui estudar um grande coreógrafo libanês Abdul-Halim Caracalla que inovou ao misturar elementos de dança clássica e moderna à dança árabe tradicional.
Durante 22 anos, Abdel-Halim e a mulher, Honeine Caracalla, fizeram o possível para manter unido, e em atividade, seu grupo de balé, o Caracalla Dança Teatral do Líbano. Não foi fácil. Eles passaram todo esse tempo fugindo da guerra que destruiu o país em busca de abrigos seguros onde os bailarinos pudessem ensaiar. "Se a guerra estava no sul,iam para o norte. O grupo fundado por Caracalla em 1970, somente nos últimos anos o grupo conseguiu trabalhar em paz, sem os ruídos de metralhadoras e bombas interrompendo os ensaios. Os atores ainda lembram de amigos que perderam a vida lutando, mas enfrentam a saudade dançando e divulgando a cultura libanesa.

quinta-feira, 23 de julho de 2009


Feira de Trocas e Brechó de Figurinos e Acessórios
Dia 25/07 - Sábado
Das 10 às 16h

Entrada livre!
Rua bom sucesso,1.119

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dança da serpente!!!


Fui buscar informações sobre a dança da serpente que primeiramente achei bem engraçado e até deixei como estudo para as minhas alunas,fui procurar mais e achei, claro que achei coisas bem estranhas mas também há uma história sim por trás disso e há o que se estudar e inspirar.

DANÇA DO VENTRE: O RESGATE DO FEMININO
Sãmara Farouq
Quando se ouve falar em "Dança do Ventre", logo vêm à mente a beleza e o erotismo fascinantes que esta arte evoca. No entanto convém lembrar que é no ventre que somos concebidos. Evocando, portanto, o processo de gestação e reprodução, esta região do corpo constitui-se de um conjunto integrado composto de três partes: superior, média e inferior.

A parte superior, o epigástrio, situa-se entre o diafragma e os pares de costelas flutuantes. A parte média, o mesogástrio, se estende dessas costelas até as cristas ilíacas. O baixo ventre, o hipogástrio, abrange toda bacia. O limite superior do ventre é uma estrutura muscular ímpar, assimétrica, o diafragma. O limite inferior é um conjunto de músculos esqueléticos que funcionam como assoalho da pelve. Esses músculos sustentam as vísceras ligando as coxas. No dicionário Aurélio, o verbete "ventre" é definido como toda a parte da frente e das costas, situado entre o tórax e a bacia, onde se encontram os aparelhos digestivo e excretor. Como um todo, o ventre inspira proteção e calor materno.

O que chamamos hoje de "Dança do Ventre", é proveniente de rituais sagrados do antigo Egito. Esta arte está ligada aos ritos de fertilização em honra às divindades femininas que protegiam as águas, as terras, as mães e os filhos. As sacerdotisas apareciam envoltas por véus com os seios nus, símbolos de fertilidade. Seus quadris largos evocavam a imagem de boas parideiras. Seus passos e gestos eram inspirados nos astros, como o Sol, a Lua e as estrelas, bem como na chegada da primavera, na flor de lótus, nas estações de plantio e de colheita.

Os animais sagrados, como a vaca, simbolizada pela deusa Hathor, eram modelos para a mulher egípcia, estimulando os dotes sensuais, artísticos e espirituais. Osíris, também venerado com atributos de animais, principalmente o touro, simbolizava a divindade, o mediador entre vivos e mortos. Ísis também foi cultuada com a cabeça de uma vaca. E era nessa forma que Hathor era cultuada como a deusa do amor, das artes e da espiritualidade.

Se hoje pode parecer estranho deuses configurados em animais, há seis mil anos A.C. estas representações simbólicas serviam para ensinar parte dos mistérios e mitos de Ísis e Osíris ao povo egípcio. A mitologia egípcia diz que Maat, o princípio do equilíbrio e da harmonia, propôs a Ísis, que renunciasse à sua cabeça humana pela de uma de vaca. Chocada, Ísis recusou, e foi pela mão de seu próprio filho Hórus (filho de Ísis e Osíris: irmãos e amantes) que teve sua cabeça decepada, recebendo a de uma vaca.

O principal centro do culto de Osíris ficava em Abydos. Ali, todos os anos, na época da cheia do rio Nilo, realizava-se um festival que dramatizava o mito diante de milhares de fiéis. Em procissão solene os sacerdotes entravam no templo acompanhados por músicos e dançarinas. Cantava-se e dançava-se os mistérios de Osíris, a quem se atribuía, entre outros atos, ter ensinado a agricultura aos homens.

Sabe-se que essas festividades realizavam-se segundo indicações contidas em hieróglifos, o que garantia assim a repetição do esquema. Desta forma os egípcios fizeram sua primeira notação gráfica da dança através de hieróglifos. É por tudo isso que a "Dança do Ventre" é considerada uma dança sagrada. Ela propicia o contato com as forças divinas, que os egípcios acreditavam estar também nos elementos da natureza: Água, Fogo, Terra e Ar.

Entre as diversas modalidades da "Dança do Ventre", temos a "Dança dos Sete Véus", que simboliza as sete virtudes do homem no nível físico: esperança, fortaleza, prudência, amor, justiça, temperança e fé. Corresponde aos sete chakras principais, às sete maravilhas do mundo, aos sete elementos sagrados, aos sete planetas visíveis, às sete cores do arco-íris. Sua retirada simboliza o desapego, a materialidade e os sete vícios: vaidade, avareza, violência, egoísmo, luxúria, inveja e gula. Já a "Dança dos Nove Véus" representa os nove corpos do homem e o processo da transmutação. Os antigos egípcios acreditavam que o homem possuía nove corpos.

A dança com véu representa a vida, a fertilidade, assim como a morte e o renascimento. Está ligada ao lado oculto e misterioso, às quatro fases lunares e solares. Sua retirada revela o mistério e a gratidão à deusa Ísis. A dança com candelabro representa o equilíbrio entre o Céu e a Terra; a luz, a chama divina que esparge do universo.

A "Dança da Serpente" está ligada ao simbolismo do bem e do mal, o contraste entre o consciente e o inconsciente. Na "Dança da Serpente" o profano e o sagrado são contemplados pela sua beleza. Ela representa a força e o poder de domar as dificuldades da vida e manter o equilíbrio. O encanto das dançarinas serpentes revela a luz aos outros, sem se perderem na sedução do poder.

Entre outras danças ritualísticas, estão a dos punhais, das adagas, do bastão e muito mais...

Após os rituais, as dançarinas sacerdotisas, agradecidas e energizadas pelo contato com a deusa, prosseguem suas vidas como seguidoras da arte sagrada.

A importância do ventre e da região pélvica já estava registrada na pré-história nas cavernas, nas artes, literatura, mitologia, esculturas e pinturas. A "Dança do Ventre" propicia movimentos ondulatórios que massageiam todos os órgãos internos. Além de corrigir a postura, desvios de coluna e deslocamentos da bacia, tem outras inúmeras funções tanto a nível psicológico quanto no lado esotérico-espiritual.

Nos últimos tempos a conceituação da "Dança do Ventre" sofreu uma metamorfose. Ligada a espetáculos, quase se desvinculou de seu caráter sagrado.

O resgate de sua verdadeira natureza e sentido vem mostrar que a mulher traz de volta o arquétipo feminino-erótico, que durante muito tempo ficou soterrado pela incapacidade dos homens em lidar com o mundo integrado não só pelo poder, mas também pelo amor.

sábado, 27 de junho de 2009

Mais um evento que indico, estarei lá!!!





Workshops do Festival Shiva Nataraj 05/07

No dia 05/07 você terá a oportunidade de fazer aulas com os profissionais:
GIULIANA SCORZA - Aprimoramento de Movimentos com Véus de Seda
DUNIA LA LUNA - Poupourrie de Técnicas de Quadril
KAMIS ARAMAN- Dabke
JOELMA BRASIL - Deslocamentos e Expressão na Dança
FERNANDA PAYÃO - Bellydance Indian Style
Um dia inteiro em contato com o Oriente!

Além dos Workshops, teremos uma FEIRA ORIENTAL com participação de:
Rosa dos Ventres - Roupas e acessórios para dança
Art by Wal - Artesanato
Samyra Muraddy - Leitura da borra de café e tarot egípcio

Mais informações 2296-8969

domingo, 21 de junho de 2009

Respondendo as memes!!!

Respondendo as memes:

Que música...

…você dançaria agora? chori chori gori se, tá é indiana não tenho culpa se eu tenho cara de indiana neh rsrsr

te deixa feliz? Moulaieten Dabke,muito significante na minha vida amorosa hhha

...te arrepia? Inta Omri, amooooo

…você dançaria com banda? Fakaruni

você jamais dançaria? A música do burro, não lembro o nome mas diz eu amo você meu Burro...

…é perfeita para seduzir? Putz sei láa

…você dançaria para sua profe do coração? Para a minha primeira professora há 20 anos atras, amadissimaaa dançaria o que ela quisesse, pra ela até a música do burro rsrrs

…te traz boas lembranças? Uma música do Hossan que eu não lembro o nome...

…te faz chorar? Novamente Inta Omri

...você escuta sem nunca enjoar? Jalf el bab

…você dedica para quem te enviou esse meme? Tamil

Próximas memes rsrs: Danila el Fareda e Cássia el Fareda

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Apresentação!!!

Gentee neste sábado dia 20, convido á todos para prestigiarem as minhas pupilas rss das 18 ás 20hs no Espaço Maktub ( Rua Lisboa,973 pinheiros ) e eu estarei dançando também em homenagem ás minhas alunas que tanto amo e me orgulho cada dia mais de criar bailarinas competentes e principalmente com muita ética. Até sábado!!!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Mais sobre as aulas especiais!!!

Espero vocês amanhã!




Professor Início Final Curso

Dana 09:00 10:00 Danças Árabes

Naiene 09:00 10:00 Jazz

Mhelani 10:00 11:00 Dança Cigana

Naiene 12:00 13:00 Street Dance

Symone 13:00 14:00 Ballet Adulto

Milena 15:00 16:00 Dança de Salão

Fernanda 15:00 16:00 Dança Oriental

quinta-feira, 4 de junho de 2009


Pessoas queridas estou divulgando as aulas abertas do Shiva Nataraj...Aproveitem para conhecer!!!


Maratona de Aulas Abertas
O Shiva Nataraj promove todo mês um sábado inteiro com Maratona de Aulas Abertas. Este dia é para você que deseja conhecer e assistir uma aula gratuita de danças e práticas.

Você pode se inscrever para todas as aulas ou para um horários específico de sua escolha.

E ainda temos bazar com convidados especiais, venha conferir.

Próxima Maratona: 6/6/2009
Bazar com:
Claudia Lenços para quadril

Professor Início Final Curso

Walkiria 09:00 10:00 Danças Árabes

Naiene 09:00 10:00 Jazz

Mhelani 10:00 11:00 Dança Cigana

Naiene 12:00 13:00 Street Dance

Symone 13:00 14:00 Ballet Adulto

Fernanda 14:00 15:00 Dança Oriental

Milena 15:00 16:00 Dança de Salão

Tel.: 11 2296.8969 / 2295.7892

terça-feira, 2 de junho de 2009

Festa Arabe!!!


Gente passou a correria e agora estou aqui para agradecer a presença de todos que foram na festa no domingo,me desculpem por não ter dado aquela atenção neh mas tava um loucura, organizar, ficar pegando os convites, vendo os lugares nas mesas, dançar olha não consegui comer, ainda que dei uma beliscadinha rs,bom já me demiti do posto que me foi dado, nas próximas só quero ficar cuidando do amorzinho, acabei dançando sem me arrumar direito mas valeu a pena, claro que vamos melhorar cada vez mais,e sei que no fundo não consigo deixar de arrumar tudo pois como minha mãe diz: O homem não consegue fazer nada sozinho. E eu tive a prova disso!!!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mudras e suas funções


No buddhismo Vajrayana, os mudras possuem uma função especial: fazer oferendas ou criar uma conexão do praticante com o buddha que é invocado pela repetição dos mantras. Estes são os mais conhecidos:

Dhyana-mudra
O gesto da meditação; mão direita sobre a esquerda, com as pontas dos polegares se tocando. Associado à meditação do buddha Shakyamuni sob a figueira de bodhi. Também é o gesto do dhyani-buddha Amitabha.

Bhumi-sparsha-mudra
O gesto de tocar a terra; as pontas dos dedos da mão direita tocam o chão. Associado à firmeza inabalável do buddha Shakyamuni que, logo após atingir a iluminação, invocou a terra como testemunha de sua iluminação.
Também é o gesto do dhyani-buddha Akshobhya. Vipashyin, o primeiro buddha, que atingiu a iluminação sob uma árvore patali, é representado fazendo este gesto com as duas mãos.

Abhaya-mudra
O gesto da proteção ou destemor; a mão direita fica erguida e com os dedos levantados. Associado à benevolência do buddha Shakyamuni, que domou um elefante selvagem com este gesto. Também é o gesto do dhyani-buddha Amoghasiddhi.

Varada-mudra
O gesto da misericórdia ou realização dos desejos; a mão fica direita voltada para frente com os dedos abaixados. Associado à generosidade e compaixão do buddha Shakyamuni e ao dhyani-buddha Ratnasambhava.
Krakuchandra, o quarto buddha, que atingiu a iluminação sob uma árvore sirisa, é representado fazendo este gesto com a mão direita e segundo uma ponta de seu manto com a mão esquerda.

Vitarka-mudra
O gesto da explicação; as pontas dos dedos polegar e indicador da mão direita ficam se tocando. Em uma variante, a mão direita faz o Abhaya-mudra e a mão faz o Varada-mudra. Associado às explicações do buddha Shakyamuni e ao dhyani-buddha Vairochana.
Shikin, o segundo buddha, que atingiu a iluminação sob um lótus branco, aparece fazendo este gesto com a mão direita; com a esquerda no colo, ele toca os dedos polegar e médio. Kanakamuni, o quinto buddha, que atingiu a ilumonação sob uma árvore udumbara, é representado fazendo este gesto com a mão direta; sua mão esquerda repousa sobre o colo, fazendo o avakasha-mudra, o gesto do ócio.


Dharma-chakra-mudra
O gesto da roda do Dharma; ambas as mãos fazendo o gesto anterior. Este gesto é associado ao ensinamento de buddha Shakyamuni, ao futuro buddha Maitreya e, às vezes, é utilizado em representações do dhyani-buddha Vairochana.
Este gesto também é usado para representar o terceiro buddha, Vishvabhu, que atingiu a iluminação sob uma árvore sala.

Buddha-shramana-mudra
O gesto da renúncia de Buddha, da eliminação do apego. Semelhante ao abhaya-mudra, mas a mão direita fica sobre o joelho ao invés de erguida. Kashyapa, o sexto buddha, que atingiu a iluminação sobre uma árvore banyan, é representado fazendo este gesto.

Tarjani-mudra
O gesto da eliminação de negatividades.

Buthadamara-mudra
O gesto da proteção.

quarta-feira, 13 de maio de 2009


Gostaria de poder mudar o mundo mas não posso,gostaria de mudar o meio mesquinho que está cada vez pior,ás pessoas só são simpaticas quando precisam, a partir do momento que não precisam mais, esquecem como se fossem poeira,fico muito triste por isso, quando vejo isto acontecendo com pessoas queridas ou comigo mesma. Ajudamos sem querer nada em troca,fazemos as pessoas e lugares crescerem mas isso nada vale,mas penso o que será de uma pessoa que age assim com diversas pessoas do bem,será que um dia vai aprender e se arrepender, hoje eu não ligo mais quando se diz ao lado profissional pois o que mais tem é gentinha neh rs,e hoje eu sei que não é qualquer pessoa que derruba um conhecimento de 19 anos, quando o lado é pessoal eu já não sei talvez ficaria muito derrubada mesmo, mas quanto a isso só tenho a agradecer as minhas amizades verdadeiras que amo muito.Não estou conseguindo pesquisar novidades devido a correria mas também gosto muito de colocar minhas coisas no meu "espaço" né!!!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Meu aniversário!!!


Gente nesta quinta irei comemorar meu niver no Dunas a partir das 21:30.
Rua Dr. Virgílio Machado, 104 (Esquina da Av. Tiquatira, Penha).
beijinhusssssss

quarta-feira, 8 de abril de 2009



Hoje quero abrir espaço no meu blog para uma pessoa essencial na minha vida, o meu pookieee. Quero dizer publicamente que me orgulho muito por você e te dar os parabéns pela vitória no mercado persa,sei o quanto você se esforçou para isso.Ainda terão muitas conquistas e eu estarei do seu lado sempre te apoiando e sendo sua companheira, amiga,mulher,amélia rsrs muitas vezes.Não importa as tempestades que passamos e paciência que temos que ter devido ao nosso trabalho,o mais importante é o nosso sentimento e respeito.Te amo minha vida!!!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Feminilidade!



Ontem indo dar aula refleti comigo mesma sobre este assunto,um homem me fez pensar sobre a feminilidade,ele me disse que eu era o diferencial para aquela academia de grande porte pois seria a única professora que trabalharia com uma aula somente para mulheres. E aí conversando com ele me veio milhares de pensamentos de como as mulheres perderam o "ser mulher", eu sou uma mulher frágil sim e me orgulho disso, gosto de seduzir sem precisar ser vulgar somente com um olhar,hoje em dia infelizmente as mulheres precisam ser fortes para conseguir um lugar no mercado de trabalho e para isso acabam agredindo a si mesmas,li um artigo em que antigamente as mulheres das cavernas no período de menstruação elas se juntavam e uma cuidava da outra, gente hoje ninguém entende que ficamos sensíveis sim neste período e merecemos o nosso tempo, isso não quer dizer que somos inferiores,outro tipo de agressão é a mulher se sentir inferior e correr atrás de um corpo perfeito como se isso fosse a causa dos seus problemas, uma mulher não precisa estar com a barriga de fora e o corpo perfeito para conquistar quem ama, ela precisa se cuidar para si mesma,para se amar acima de tudo.Uma coisa é certa nunca conseguiremos ser igual aos homens e nem devemos, não é um par de calças que transforma a mulher em um poder,o poder da mulher esta sim em saber ser mulher com sua essência e delicadeza.

domingo, 22 de março de 2009

Arabian Cabaret!!!



È com muito orgulho que estou apoiando este evento e levando o meu grupo para brilhar ainda mais com tudo que está sendo preparado.


Arabian Cabaret!
O espetáculo
mais glamouroso da dança árabe...

Com muito talento e criatividade, bailarinas e bailarinos de alta
qualidade mostram mais um pouco de seus dons das artes da dança do
ventre, dança tribal e dabke de modo inovador! Interpretar dançando é
a proposta do espetáculo que contará a história de uma cortesã que
encontra dois amores:
- Um pobre boêmio apaixonado por sua essência.
E seu rico e nobre patrão, que joga baixo e oferece tudo que ela sempre quis...

Os atores/bailarinos deste show são:
- Mahin el Nara (fundadora do evento)
- Warda Maravilha (Internacional)
- Máyra Nahid (Marília/SP)
- Flá Gagliardi (São Paulo/SP - ArabianFla)
- Paula Sampaio (Campinas/SP)
- Ethiene Thisbe & Alunas (São Paulo/SP)
- Mariana Quadros & Grupo Tribal Studio Osiris (Santos/SP)
- Zeina Mahaila & Maisha (São Paulo/SP)
- Lili Fernandez (São Paulo/SP)
- Nur Maat (São Paulo/SP)
- Val Luchini (Marília/SP)
- Jow (Bailarino da equipe do Prof.Nasser)
- Hassan Zaki (bailarino da equipe do Prof. Nasser)
Apoio: Dana el Fareda e seu grupo: El Fareda (São Paulo/SP).

Além da intrigante história,
teremos também Oraculistas:
- Márcia R Francisco (tarô)
- Lu Yanaih (quiromancia)

Expositores:
- Tara Ateliê Tribal
- Hana Sedas
- Atelier Márcia de Souza

E por fim, premiação para o "Baile de Máscaras"!
Para àqueles que quiserem entrar mais no clima e concorrer a:
- Leitura completa de Tarô
- 1 sessão de massagem energizante
- 3 horas de aula de dança do ventre com Mahin el Nara!
Não perca! Basta abusar da criatividade e chegar "mascarado" ao evento!

Dia 11/abril/09 , as 21:00hs.
Rua Dr Carvalho Mendonça, 40 - São Paulo/SP

Convites á venda e somente antecipados!!!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Festa Árabe!


QUEM QUISER JÁ ESTOU COM OS CONVITES!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Mais sobre os mudras!


Os mudras são os gestos simbólicos que são associados aos buddhas. Esses gestos são muito utilizados na iconografia hindu e buddhista.
Mudra, uma palavra com muitos significados, é caracterizada como gesto, posicionamento místico das mãos, como selo ou também como símbolo. Estas posturas simbólicas dos dedos ou do corpo podem representar plasticamente determinados estados ou processos da consciências. Mas as posturas determinadas podem também, ao contrário, levar aos estados de consciência que simbolizam. Parece que os mudras originaram-se na dança indiana, que é considerada expressão da mais elevado religiosidade.O significado espiritual dos mudras encontra sua expressão perfeita na arte indiana. Os gestos das divindades representadas na arte hinduísta e buddhista e os atributos que os acompanham simbolizam suas funções ou aludem a determinados acontecimentos mitológicos. [...] No decorrer dos séculos, os buddhas e bodhisattvas representados iconograficamente com seus gestos simbólicos e atributos propiciaram o estado de espírito próprio da meditação e criaram uma profunda atmosfera de crença.
(Ingrid Ramm-Bonwitt, Mudras)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Começar de novo!


Quando é hora de recomeçar, dizer adeus, desapegar de pessoas e lugares? Quando você não sente mais prazer naquilo que faz.Digo isso hoje pois sei o quanto é dificil tomar uma decisão que envolve outras pessoas e pessoas que tenho muito carinho, pessoas que nem sabem o que realmente aconteceu,minhas alunas queridas em que nem pude me despedir, hoje recomeço de novo mas com uma tranquilidade e certeza de que sou uma profissional que merece respeito.Estar apegada a paredes e uma rotina diaria de carinho por parte das minhas filhotas, isto me fez segurar por muito tempo tudo que estava passando no meu coraçãozinho.Ainda não consigo dormir direito e sinto muitas saudades das minhas filhotas, agradeço o carinho mutuo que estou tendo de pessoas que são muito especiais e que me deram forças e uma coisa meu namorado tinha me dito que é a pura verdade: quando uma porta se fecha é porque duas estao por abrir.Não deu nem tempo de respirar e já tenho muito trabalho pela frente,fico feliz porque isso é a prova da minha realização profissional.Agora esqueço profundamente tudo de ruim,e só fico na lembrança coisas boas.E ainda tenho a minha lei:Plante coisas boas e receberá o bem!!!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Mudras


Os deuses orientais são representados quase sempre através de figuras em poses graciosas, descrevendo gestos com as mãos ou mesmo com todo o corpo. Tais gestos e posturas não são casuais e tem uma denominação especial - mudras.
A palavra "mudra" possui vários significados: gesto, posicionamento místico das mãos, símbolo, selo. Além de representar plasticamente certos estados ou processos de consciência, as mudras podem também nos conduzir às dimensões que simbolizam.
Segundo a estudiosa Ingrid Ramm-Bonwitt, provavelmente as mudras se originam na dança indiana, que é considerada uma expressão da mais elevada religiosidade e nos revela uma espécie de metafísica do gesto, uma linguagem do corpo na qual pensamentos e sentimentos são expressos simbolicamente. O movimento de todo o corpo, a postura da cabeça e do tronco, a posição dos braços e a modulação das mãos assumem o lugar da palavra. Alegria, triunfo, solicitação do amor, saudade, resignação, ira, medo, e assim por diante, ganham expressão através de gestos estabelecidos (mudras) precisos. A presença das mudras é tão significativas na tradição indiana que um dançarino é capaz de expressar uma lenda por completo apenas através das posições das mãos e dos movimentos dos olhos. Ao analisar as figuras de seus deuses, podemos desvendar suas principais atribuições através de seus gestos e posturas; para exemplificar, tomaremos as representações do Buda indiano.
A arte budista primitiva não representava plasticamente o Buda em respeito a um de seus princípios, segundo o qual a forma - o mundo material - não era importante. Mas, em 325 a.C., os exércitos de Alexandre Magno invadiram a Ásia, trazendo consigo os hábitos dos gregos, para quem não era possível adorar um deus do qual não tivesse uma imagem. Envolvidos pela cultura grega, os artistas da região Gandhara (ao Norte do Paquistão) criaram Budas à imagem e semelhança dos Apolos gregos, respeitando porém, alguns traços descritos nas escrituras sagradas, como a urna, os lóbulos longos das orelhas e o crânio proeminente. A urna é representada por um ponto ou pedra preciosa entre as sobrancelhas e simboliza o terceiro olho ou o olho da sabedoria; os lóbulos alongados indicam o uso de brincos pesados e preciosos, abandonados por Buda num gesto de renúncia às riquezas materiais; a protuberância craniana, interpretada às vezes como um penteado diferente pela cultura ocidental, simboliza sabedoria.
A partir da iconografia recolhida sobre Gautama Buda, ficaram conhecidos seis gestos típicos de mãos na representação do Deus.
• Segundo a lenda, o gesto da meditação (Dhyani-Mudrá) reproduz sua atitude quando, sentado, sob a árvore bodhi (figueira - também conhecida como "árvore da meditação"), mergulhou em profundo estado meditativo. As mãos repousam relaxadas, uma dentro da outra, enquanto a consciência do presente é suspensa. Através dessa mudra, Gautama Buda chegou ao nirvana, estado superior onde toda ansiedade desaparece. Os manuscritos relatam que ele conservou a postura por mais de quatro semanas, com o corpo completamente imóvel.
• A segunda mudra é conhecida como gesto da iluminação ou gesto do apelo das testemunhas (Bhumisparsha-Mudrá). A mão direita toca o solo com as pontas dos dedos, enquanto as costas da esquerda repousam sobre os pés cruzados um sobre o outro. Depois de atingir o nirvana, Buda teria sido tentado por Mara, o Deus do Mal, que ofereceu suas belas filhas, o domínio sobre o mundo, e até mesmo sua própria vida, para que pudesse experimentar também o nirvana. Ante as negativas de Buda, tentou convencê-lo do quão difícil seria transmitir seus conhecimentos à humanidade cheia de ignorância, ódio e desconfiança. Este apelo encheu de dúvidas o coração de Buda, mas resistindo à tentação, ele se propôs a não matar a fome de apenas um, e sim de todos - doravante atuaria como um mestre, para que outros pudessem encontrar a salvação. Numa última tentativa, Mara propôs-lhe que, como senhor de um mundo imaterial, Buda não teria direito sequer ao pequeno pedaço de terra sobre o qual estivera sentado. Mas, por suas boas ações em vidas anteriores, o mestre havia conquistado algum direito sobre aquele terreno. Assim, tocando no solo com a mão direita ele convocou a terra por testemunha; uma divindade se ergueu confirmando que ele havia cumprido com seus deveres e tinha direito de permanecer na Terra para anunciar sua doutrina.
• A terceira mudra é conhecida como gesto de pregação ou gesto de girar a roda (Dharma-chakra-Mudrá). As duas mãos se encontram erguidas diante do peito, a esquerda acha-se voltada para o corpo, um pouco mais elevada que a direita, na direção oposta. Os polegares e indicadores se tocam formando um circulo. O gesto sugere que Buda, pela primeira vez, colocara em movimento a "roda da doutrina", proferindo seu famoso discurso de Benares, no bosque das gaselas, aos cinco díscipulos que o haviam abandonado.


O PODER CURATIVO DAS MUDRAS
As mudras são usadas como método de cura na arte curativa indiana, despertando e/ou harmonizando as energias dos chacras. Tanto na Índia como na China, pés e mãos estão em estreita ligação com os principais órgãos do nosso corpo.
Há uma correspondência entre os dedos, os chacras e os cinco elementos cósmicos.
DEDO CHACRA ELEMENTO
Polegar Solar Fogo
Indicador Cardíaco Ar
Médio Laríngeo Espaço (éter)
Anular Básico Terra
Mínimo Sexual Água
• Ao tocar o mínimo, o elemento água é devolvido ao organismo. Boca seca, olhos vermelhos e secos, mau funcionamento dos rins são características da falta desse elemento no corpo. Essa mudra também estimula o paladar.
• Quando o anular toca o polegar, fortalecemos as unhas, os cabelos, os músculos, ossos, revigoramos a pele e desenvolvemos o olfato.
• O contato do dedo médio com o polegar estimula a audição.
• A união entre o polegar e o indicador reaviva as energias vitais, o tato, o sistema nervoso e o cérebro. A prática regular dessa mudra permiti curar insônia, falta de memória e depressão, aumenta a inteligência e revela novos horizontes espirituais.
• O toque do polegar direito com o esquerdo aumenta o calor do corpo e o apetite.
A postura prana mudra, onde o polegar toca simultaneamente o mínimo e o anular, ativa apele, a língua, o nariz e os pulmões, facilitando a absorção do prana (energia vital).
Já a apana mudra (onde anular e médio são tocados ao mesmo tempo pelo polegar) garante a eliminação do prana reabsorvido: estimula os rins, limpa a bexiga, regulariza a menstruação e elimina em forma de suor o excesso de água do corpo.
Cada mudra pode ser praticada por até 45 minutos numa postura de meditação ou mesmo deitado.
Fonte: http://www.iis.com.br/~dia/

sábado, 24 de janeiro de 2009

Mais Turmas!!!


Aulas- Dança do ventre

Terça- 17 as 18hs(Iniciante)
20 as 22hs(Iniciante)Pinheiros

Quarta- 20 as 21:30hs(Iniciante) Vila Matilde

Quinta- 17 as 18hs(Iniciante) Pinheiros

Sábado- 16:30 as 18hs(Básico 1) Vila Matilde

Informações: danaelfareda@bol.com.br

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Novas turmas!!!


Dança do ventre

Quarta- 20 as 21:30hs(Iniciante) Vila Matilde

Sábado- 16:30 as 18hs(Básico 1) Vila Matilde

Informações: danaelfareda@bol.com.br

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Paz


Genteeeeeeee estou de volta ainda com uma preguiça danada,com uma cor do pecado rsr mas bem renovada precisava de umas férias para começar 2009 daquele jeito.Me isolei do mundo, de internet,de celular,de dança,fiquei me curtindo e amando muito.Descobri o que realmente importa e felizmente as coisas mais simples da vida é que realmente me importam.Ficar ao lado da natureza e ver como tudo é perfeito mas o homem que destrói,sentir a brisa,fritar no sol,caminhar na praia, correr na praia rsrs,tomar chuva e correr na chuva,ser feliz sem vaidades,ser uma amélinha sim com muito prazer,esses dias foram importantes e inesqueciveis.Que venha 2009!Desejo tudo de bom para todos aqueles que de uma certa maneira estiveram ao meu lado,para todo o carinho que recebi de pessoas que nem conheço e que sempre estão prestigiando o meu trabalho,e desejo muita paz para aquelas pessoas que ainda não evoluiram e persistem em prejudicar as outras.Obrigada por tudo de bom e tudo de ruim aprendi muito e estou cada vez mais forte.